O dizímo é a 10% parte do nosso salário correto, então eu devo devolver os 10% da minha recisão contratual, férias, fgts, inss etc?

Rodrigo de Itapetinga Bahoa,



2 Responses to “O dizímo é a 10% parte do nosso salário correto, então e…”


El Santo Gringo
May 10, 2010

Olá amigo. Creio eu que a forma de pagar o dízimo é algo pessoal. Deus tem ensinado que devemos contribuir 10% de nossa renda, mas não nos deus muitos detalhes. Um presente de aniversário constitui parte de nossa “renda”? Uma bolsa escolar? Devemos pagar 10% de nossa renda antes ou depois de pagar os impostos do governo? São muitas as perguntas assim. Creio eu que cada um deve decidir por si mesmo, através da oração, como deve pagar o dízimo. Espero que esta resposta ajude

Cássio B Piazzarolo
May 19, 2010

Quando ainda membro novo na igreja, me vi repetidas vezes nesta situação; afinal, devo ou não devo devolver o dízimo deste ou daquele dinheiro… Por vezes, procurei respostas nos líderes e nos manuais de instruções da igreja e nada encontrei além de que devemos buscar revelação de Deus para melhor tratarmos destas coisas em particular. Meu conselho, vai um pouco além disto; primeiro, antes mesmo de orar sobre o assunto, procure entender melhor a respeito e do propósito do dízimo; segundo, aprenda que não somos mais do meros “mordomos” diante das coisas que já recebemos de Deus; tudo que existiu, existe ou existirá nesta terra, é de Deus, nada é verdadeiramente nosso a não ser que assim o Pai o faça a nós, precisamos entender que antes de virmos a esta terra, o Pai chamou o Filho e solicitou que ele organizasse tudo, portanto, não temos o direito de pensar que algo “é meu”, sendo que tudo veio de algo que já pertencia a este mundo seja de uma forma organizada ou desorganizada. O combustível para a alimentação do motor de nosso carro, foi processado de um produto já existente e assim, também, o “nosso” carro, foi fabricado e a nós vendido, mas tudo foi encontrado nos domínios desta terra, portanto, não é verdadeiramente nosso. Somos sim, verdadeiros administradores das bênçãos recebidas, mesmo que trabalhando com o nosso suor, nada mais estamos fazendo do que obedecendo a leis já antes estabelecidas e assim, por nós cumpridas, receberemos as bênçãos desta lei e mandamento do trabalho e o Senhor permitirá que recebamos uma pequena parte por a ele obedecer. Quando devolvemos a nossa parte de 10%, precisamos enxergar que na verdade, ele, o Pai Celestial, não está recebendo 10% dos resultados de nosso suor, na verdade, o Pai está primeiramente nos concedendo generosamente os 100%, para teste de fé e obediência, com fins futuros de recebermos maiores bênçãos, requer de nós uma mera e simbólica devolução de 10%. Resumindo, nada mais somos do que trabalhadores em uma terra alheia, onde o Senhor desta terra, é bondoso e misericordioso, e dará mais e mais a todos os que com ele derem de si o bem mais precioso, a legítima lealdade. Quando pensares na devolução do dízimo, não pense no que vai devolver, pois nada do que tens é verdadeiramente seu, pense sim, na parte de 90% que contigo ficará retido, pois o Senhor das terras é generoso e ainda que requeira de nós uma parte, nada mais requer do que a menor das parte financeira. Sua sabedoria divina entende que, ao procedermos assim, estaremos na verdade, lhes concedendo a maior e mais preciosa das partes, a parte da obediência, a parte da verdadeira adoração. Devolver o dízimo, não está no ato de entregar “certa quantia financeira”, mas está no ato da obediência e da lealdade acima de tudo, mesmo acima dos desejos e necessidades que este mundo de nós requer. O dízimo poderia ser, de 90%, ao invés dos atuais 10%, ou de qualquer outro valor, ainda assim, o objetivo seria o mesmo, que demonstremos a quantidade de nossa obediência, fé e lealdade que está acima de nossos desejos e necessidades. Enfim, se assim entendermos, ficará mais fácil para que “as janelas dos céus” se abram em nossa mente e coração, e seremos um povo mais abençoado, compartilhando com Deus, convivendo desde aqui nesta terra, um pouco do viver entre uma sociedade celestial.

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