Quando Susan Boyle apareceu no palco, todo mundo considerou-a tão ordinária. Susan é gorda e fala sem jeito. O povo ficou rindo dela. Ela pareceu tão sem valor. Depois de sua apresentação, no entanto, seu tremendo valor pessoal se apresentou. O povo ficou olhando com admiração e grande respeito. Essa mulher aparentemente ordinária é, de fato, uma maravilha.
O teólogo inglês C. S. Lewis uma vez disse, “Não existem pessoas ordinárias. Você nunca falou com um mero mortal. Nações, culturas, artes, civilizações--estas coisas são mortais...mas são imortais as pessoas com quem brincamos, trabalhamos e casamos. São imortais as pessoas que rejeitamos e de quem aproveitamos...”
A apresentação da Susan Boyle não é exatamente como a vida? Aqui na terra todo mundo nos diz que somos ordinários, pouco mais que animais inteligentes. O dia chegará, no entanto, quando todos nós nos apresentaremos perante um juiz, assim como fez a Susan. Será o Juiz Final, o Juiz Divino. Neste momento, talvez entenderemos o nosso valor real. Não somos ordinários. Não somos comuns. Somos os filhos e filhas de Deus, um Pai Celeste.
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